BOLETIM INFORMATIVO DO CONEGE - CONSELHO DE ESCOLAS DE GEOLOGIA

Rio de Janeiro (RJ), 15 a 17 de dezembro de 2011

O Conselho de Escolas de Geologia (CONEGE), promovido pela Executiva Nacional de Estudantes de Geologia (ENEGE), aconteceu no Rio de Janeiro (RJ) nos dias 15, 16 e 17 de dezembro de 2011. As reuniões ocorreram nas dependências do Centro Acadêmico da Faculdade de Geologia da UERJ (CAFGEL) e contaram com a participação dos seguintes estudantes/representantes de cursos de Geologia:

  • Bárbara Barreto Vaz (UFMG) – Coordenadora Geral da ENEGE
  • Camila Augusto dos Santos (USP) – Estudante Representante Substituta da USP
  • Giuseppe Betino De Toni (UFRGS) – Secretário da Região Sul
  • Júlio Cesar (UNESP) – 1º Secretário da ENEGE
  • Luis Filipe Furtado Horta Junior (UERJ) – Vice-coordenador Geral da ENEGE
  • Manoela Bahiense da Silva (UFSC) – Estudante Representante da UFSC
  • Marco Antônio Delinardo (UNICAMP) – Estudante Representante da UNICAMP
  • Rosalia Barili da Cunha (UFRGS) – Estudante Representante da UFRGS e Coordenadora de Imprensa

    O CONEGE contou com a presença constante de seis representantes de escolas de Geologia, dos vinte e sete cursos de Geologia do Brasil, e com presenças eventuais de representantes da UERJ, que sediou o evento.

    Durante três dias foram discutidos temas relacionados à: i) atual situação da ENEGE; ii) propostas para a divulgação e arrecadação de verbas para a mesma; iii) o Fórum dos Cursos de Geologia; iv) grades curriculares; v) novos cursos de Geologia; vi) participação da ENEGE no XXVI Congresso Brasileiro de Geologia; e vii) XXXIV ENEGEO. Neste Boletim, sintetizado a partir das anotações dos participantes, são apresentados os temas discutidos, as principais conclusões e deliberações.

    Dia 15 de dezembro, quinta-feira, CAFGEL na UERJ, Rio de Janeiro-RJ

    Foram discutidas questões relativas à Executiva, seu funcionamento e atual situação e propostas para melhorias a serem desenvolvidas no próximo ano.

    Apresentação da ENEGE, por Bárbara B. Vaz

    A ENEGE, fundada em 1962 com o intuito de defender os interesses da classe geológica-estudantil, já foi desativada e reativada diversas vezes por motivos diversos: desde o seu fechamento pela Ditadura Militar, reativação na forma do ENEGEO no fim dos anos 70 e anos 80, a sua desarticulação nos anos 90, retomada nos anos 2000 e a atual fase, marcada por um progressivo declínio do movimento estudantil até a estagnação da chapa no ano de 2011.

    A atual situação da ENEGE

    A ENEGE encontra-se em atraso jurídico no que tange a regularização das transferências das chapas de 2010 para 2011, e consequentemente de 2011 para 2012. Desta situação decorre a paralização da conta bancária da ENEGE e da sua movimentação financeira, por exemplo, o atraso no pagamento do domínio do site da ENEGE, que está fora do ar. Foi discutida a estratégia de regularização da ENEGE, o que inclui o resgate das atas e convocatórias de 2010/2011 até janeiro de 2012. Também se concluiu que é necessário que sejam passadas instruções claras do funcionamento da ENEGE para os futuros membros desta executiva, nas próprias reuniões e assembléias em que forem nomeados.

    Ressalta-se a importância do bom funcionamento dos Centros e Diretórios Acadêmicos (CA/DA) de cada escola de Geologia como condição principal para o bom funcionamento desta Executiva. Se hoje a situação atual não é das melhores, nota-se que seja um possível reflexo do funcionamento dos CA/DA.

    Divulgação da ENEGE no meio estudantil

    É necessária uma presença mais marcante da ENEGE junto aos novos alunos de Geologia, e para tanto se sugere que ocorra uma apresentação da mesma nas recepções de calouros de todos os cursos, feita por representantes da ENEGE da própria escola, ou se necessário por representantes externos.

    Não se restringe aos novos alunos o pouco conhecimento sobre a ENEGE, sendo ideal que as apresentações fossem para todos os alunos. A ENEGE precisa ser mais presente no dia-a-dia das escolas. Como alternativa mais realista e de maior alcance foi discutida a reativação do Jornal da ENEGE e do site, cuja desativação já foi mencionada.

    A Apresentação da ENEGE

    Já existe um arquivo de apresentação da ENEGE, que deve servir de modelo. Esta apresentação deve conter: Breve histórico, Função da Executiva, Atividades, ENEGEO e Relação com o CA/DA.

    O Jornal da ENEGE

    Têm-se como objetivo para o ano de 2012 a publicação trimestral do Jornal da ENEGE, que a princípio será disponibilizado on-line e impresso em cada escola pelo CA/DA. No caso de não haver cota para impressão ou verba disponível, a ENEGE se compromete em providenciar uma remessa de jornais. Propõe-se o seguinte calendário para o Jornal: uma primeira edição para o início das aulas (começo de março), uma para o dia do geólogo, uma para o ENEGEO e Congresso Brasileiro de Geologia, e uma edição de fim de ano (retrospectiva da gestão).

    Para a primeira edição foi discutida a estrutura geral do jornal, que contará com as sessões: Apresentação da ENEGE, Boletim do CONEGE, Novos Cursos e problemas, Vocabulário Geológico/Datas Importantes e Curiosidades/Charges.

    Como assuntos que surgiram na discussão e possivelmente serão deixados para uma próxima edição falou-se de matérias sobre os Centros Acadêmicos e suas situações, como se organizam para ir para o ENEGEO, uma matéria sobre Avaliação de Disciplinas/de Professores em diferentes cursos e uma matéria sobre Mercado Aquecido VS. Academia.

    O Site da ENEGE

    Além da regularização do site, foi discutida a dinâmica de atualização do mesmo. Propôs-se que ocorra um rodízio mensal de responsáveis pelo conteúdo. Para a criação e seleção de matérias que serão publicadas no site foi feito um sorteio no qual foram selecionadas para cada mês duas escolas de Geologia responsáveis, por meio de seus respectivos Representantes Estudantes. Cada Representante Estudante fica responsável de divulgar esta atividade na sua escola e centralizar o conteúdo. A publicação do conteúdo será de responsabilidade da Coordenadora de Imprensa.

    Segue abaixo uma sugestão/relação dos responsáveis sorteados. Caso a escola não fique satisfeita com a indicação, favor comunicar a coordenação da ENEGE.

    Janeiro – participantes do CONEGE

    Fevereiro – UFRRJ e UFES

    Março – UNISINOS e UFSC

    Abril – UFRGS e UFS

    Maio – UFBA e UERJ

    Junho – USP e UFC

    Julho – UNESP e UFMT

    Agosto – ENEGEO

    Setembro – UNB e UFMG

    Outubro – UNIPAMPA e UFOP

    Novembro – UFPR e UNICAMP

    Dezembro – ENEGE

    Também se propôs um calendário integrado de eventos geológicos, com a programação de todas as escolas, incluindo Semanas Acadêmicas, festas, simpósios, congressos, cursos, palestras, ENEGEO, etc.

    Projeto de Pesquisa da ENEGE
    por Bárbara B. Vaz
    Título: História da Geologia na Política Brasileira

    O objetivo deste Projeto, a ser desenvolvido pela ENEGE, seria o resgate do papel dos estudantes de Geologia na história da política nacional, tanto pela sua importância como forma de inspiração para as novas gerações de geólogos. Este resgate seria feito na forma de entrevistas e pesquisa bibliográfica. Espera-se que o projeto culmine na elaboração de um livro e apresentações e exposições a serem feitas de forma itinerante em Semanas Acadêmicas, em Simpósios e em Congressos.

    A participação de instituições e empresas que atuam na área de geologia será fundamental para o desenvolvimento deste projeto, na forma de apoio financeiro e de infra-estrutura. Para tanto os membros proponentes do projeto devem estruturá-lo e apresentá-lo.

    Arrecadação de dinheiro para a ENEGE

    Devido a não regularização da ENEGE sua conta está bloqueada. A regularização da ENEGE consumirá o montante que nesta conta ainda resta, deixando a ENEGE com orçamento para o próximo ano no zero. A ENEGE necessita de um mínimo de orçamento para manter suas atividades, para, por exemplo, pagar mobilidade dos seus membros quando em atividade pela Executiva, pagamento de emolumentos, serviços eventuais com advogados ou contadores e propriamente para manter qualquer projeto em andamento. Tendo isto como ponto de partida, uma reflexão inicial e meios de arrecadação de dinheiro são considerados.

    ENEGEO VS. ENEGE: A auto-suficiência VS. A fonte de lucro

    Nos últimos anos se constatou a importância de separar os orçamentos do ENEGEO e da ENEGE. Enquanto o ENEGEO cada vez tem um custo mais caro, a ENEGE cada vez tem menos dinheiro em caixa. Ao mesmo tempo, a ENEGE é co-responsável pelo ENEGEO tanto política (a Assembléia Geral, que ocorre no ENEGEO é a instância máxima de deliberação da ENEGE, tendo o maior número de representantes dos cursos de Geologia presentes), quanto juridicamente (no que tange a assinatura de contratos). Cabe à Comissão Organizadora do ENEGEO a arrecadação do dinheiro para organização do mesmo. Foi citado o caso do ENEGEO de 2006, quando a organização conseguiu patrocínio que só chegou posteriormente. Este então foi dividido entre o centro acadêmico envolvido na organização e a ENEGE.

    Em caso de lucro no ENEGEO entende-se que este deve ser dividido em 3 partes iguais: uma para a ENEGE, uma para o CA/DA envolvido e uma que fique guardada sob tutela da ENEGE para o caixa do próximo ENEGEO.

    Em caso de prejuízo entende-se que a Comissão Organizadora do ENEGEO deve se responsabilizar pela arrecadação de dinheiro. Apenas em último caso deve recorrer a ENEGE, que avaliará cada caso particularmente.

    Festas beneficientes

    Tendo em vista a atual situação orçamentária da ENEGE, sugere-se que cada CA/DA, com estrutura para eventos, promova pelo menos uma festa por ano, na qual o lucro seja totalmente revertido para a conta da ENEGE.

    Cartas-doação

    Uma forma de arrecadação considerada foi enviar cartas para alunos e ex-alunos de Geologia pedindo doação espontânea de valores para a reestruturação da ENEGE e realização dos projetos expostos neste documento.

    O site como forma de arrecadação

    Propôs-se que haja um espaço no site dedicado à anúncios de interesses geológicos, como produtos relacionados a atividade geológica (botas, martelo, roupas para campo, entre outros) ou de empresas de geologia. Este(s) espaço(s) seria(m) comercializado(s).

    Dia 16 de dezembro, sexta-feira, CAFGEL na UERJ, Rio de Janeiro-RJ

    Neste dia foram discutidas questões debatidas no Fórum de Coordenadores de Curso, foi feita uma comparação preliminar das grades curriculares e foram apresentados problemas relatados por alguns cursos de Geologia.

    Fórum dos Cursos de Geologia

    Ocorreu no dia 11 de novembro de 2011, em Nova Friburgo-RJ, junto ao Simpósio de Geologia do Sudeste, coordenado pelo professor e coordenador de curso da UFRGS Rualdo Menegat. Este tópico é baseado nos relatos de Camila A. dos Santos, aluna de graduação da USP. A ata completa deste Fórum ainda está sendo feita pelos coordenadores e será enviada para o email da ENEGE assim que estiver pronta.

    Os tópicos discutidos serão apresentados abaixo.

    Palestras

    Houve três palestras, sendo elas: “Formação de geólogos e exploração do petróleo no Brasil hoje” ministrada pelo Diretor de Exploração e Produção da Petrobrás, Guilherme Estrella; “É possível renovar os cursos de geologia com docentes do século passado?” ministrada pelo professor e coordenador de curso da UFRJ Ismar Carvalho; e “Centros de Referência no Ensino de Geologia de Campo: a reestruturação do Centro Eschwege” pela professora da UFMG Lúcia Fantinel.

    Exigência de mais geólogos no mercado

    Atualmente o mercado de trabalho precisaria de no mínimo o dobro de geólogos que se formam a cada ano. Esta questão implica na abertura de novos cursos ou na ampliação de vagas dos cursos já existentes. Isso requer investimento por parte do Governo Federal e das Instituições envolvidas (por exemplo: Petrobrás). Neste contexto empresas privadas estão se inserindo nos cursos de geologia, financiando trabalhos de campo de mapeamento curricular e bolsas acima do valor normalmente oferecido para trabalhos de conclusão em áreas de interesse. Isto nos leva ao questionamento sobre a Universidade Pública estar a serviço da Iniciativa Privada. Faltam discussões nas universidades sobre o assunto, que deverá ser retomado em reunião futura da ENEGE.

    Centros de Referências

    Foi discutida a criação de Centros de Referências, aos moldes do Centro de Geologia do Eschwege, em várias regiões do Brasil, abrangendo as diversas áreas de geologia. A ENEGE se mostra a favor da criação destes Centros, desde que primeiro ocorram as melhorias necessárias para o devido funcionamento do Centro de Geologia do Eschwege.

    Mobilidade acadêmica

    Os coordenadores de cursos estão querendo incentivar essa atividade, sendo uma alternativa para cursos com defasagens em algumas áreas da geologia. A ENEGE é a favor da mobilidade, porém não considera que esta seja uma boa alternativa para cursos com defasagens em certas áreas e sim o investimento para a melhoria.

    Atualização de Manuais de Estudo

    No Fórum foi levantada a necessidade da atualização dos Manuais e Livros-texto das disciplinas básicas dos Cursos de Geologia.

    Próxima Reunião do Fórum

    Ficou decidido no Fórum a necessidade de uma reunião no primeiro semestre para as questões curriculares. Esta reunião será em abril na Universidade Petrobrás, Rio de Janeiro-RJ.

    Avaliação dos Cursos de Geologia

    Os cursos de Geologia brasileiros apresentam diversas semelhanças necessárias para a formação de geólogos generalistas, assim como importantes especificidades regionais, características da própria geodiversidade brasileira. Neste tópico serão abordadas algumas questões inerentes a todos os cursos e outras de específicos, principalmente dos cursos abertos mais recentemente. As questões específicas foram apresentadas pelos cursos presentes e por e-mail.

    Cursos de Geologia no Brasil

    Foram contabilizados trinta cursos de Geologia no Brasil, sendo que dois (UNIMONTE e UFOPA) irão realizar seu primeiro vestibular este ano, e destes um é particular (UNIMONTE em Santos), e um (FINOM em Paracatu) que não obteve candidatos suficientes inscritos. Na região Sul há UFRGS, UNISINOS, UFPEL, UNIPAMPA, UFSC e UFPR.

    Na região Sudeste há USP, UNESP, UNICAMP, UNIMONTE, UFMG, UFOP, FINOM, UERJ, UFRJ, UFRRJ e UFES. Na região Centro-Oeste há UNB e UFMT. Na região Nordeste há UFBA, UFBA-Barreiras, UFS, UFC, UFPE e UFRN. Na região Norte há UFPA, UFPA-Marabá, UFOPA, UFAM e UFRR.

    Diárias de Campo

    Tendo em vista algumas reclamações de cursos que recebem muito pouco ou não recebem diárias de campo, realizou-se uma compilação de dados sobre diárias recebidas por alunos de diversos cursos.

    Abaixo segue uma tabela de diárias de campo, compilação de dados recolhidos atualmente e de uma tabela de 2004(*).

    Curso/ Diária (reais)

    UFBA 120

    UERJ 70, 50(RJ)

    UFOP 55

    UFPR (*) 50

    UNESP 45

    UFRN 40

    UNB 40

    UFRJ 40

    UNISINOS (*) 40

    UFPA (*) 40

    UFMT 40, 35 (MT)

    UFES 35

    UFC 30

    UFMG 30

    UFPE (*) 20

    UFSC 0

    UFS 0

    UNIPAMPA 0

    USP (**) ~80

    UNICAMP (**) ~80

    UFRGS (***) ~45-60

    (*) dados de 2004; (**) não possui diária fixa, a verba varia de acordo com o campo e o responsável pelo dinheiro é o professor da disciplina; (***) ~15 reais para alimentação e o valor de hospedagem varia conforme a diária do hotel.

    Dificuldades registradas por diferentes cursos

    UNIPAMPA

    Os alunos desta universidade enviaram por e-mail algumas reclamações referentes a: i) falta de diárias de campo, pois a universidade só cede ônibus; ii) falta de equipamentos para aulas práticas, como microscópios, teodolitos e estereoscópios. Isto sem contar que os alunos não sabem os equipamentos necessários para as disciplinas futuras; iii) não há espaço físico para o CA/DA; iv) não há professores suficientes; e v) não há programas de bolsas de iniciação científica.

    UFSC

    Os alunos, representados neste Conselho, reclamam: i) da falta de diárias de campo; ii) da falta de professores; iii) da falta de espaço físico para o CA/DA; iv) da falta de espaço físico para laboratório de microscopia. Os microscópios são manipulados e guardados em armários toda vez que são necessários; v) de que os professores estão super-atarefados, dando aula pra outros cursos; vi) da falta de disciplinas de Física adequadas, pois só possuem Física para Aquicultura.

    UFS

    Os alunos do curso se comunicaram via internet reclamando da falta de diárias de campo, pois não recebem verba nenhuma.

    Deliberou-se que cartas serão enviadas para as três universidades, em sinal de apoio, justificando a necessidade das diárias e falando dos problemas específicos apresentados, em geral relacionados à falta de infra-estrutura do curso.

    UNISINOS

    Os alunos deste curso enviaram um e-mail que reclama da falta de recursos para certas disciplinas, mas não foram específicos. Também reclamaram do problema que tem com o espaço-físico do CA/DA, em constante vigilância pela instituição. Este foi recentemente fechado e reaberto em acordo com a Reitoria, também pouco esclarecido no e-mail. A ENEGE considera que esta questão deve ser avaliada com cautela, pois a instituição é privada e não segue os mesmos regimentos das universidades públicas. Na falta de maiores informações considera-se que é necessário mais diálogo sobre os assuntos expostos antes da ENEGE tomar posição.

    Uma comparação preliminar das grades curriculares presentes foi feita e servirá de base para a construção de uma tabela comparativa que está em andamento e será divulgada quando concluída.

    Dia 17 de dezembro, sábado, residência particular (casa dos gaúchos), Rio de Janeiro-RJ

    Neste dia foram discutidas questões relativas à participação da ENEGE no XXVI Congresso Brasileiro de Geologia e sobre o XXXIV ENEGEO.

    Participação da ENEGE no XXVI Congresso Brasileiro de Geologia

    Em relação ao estande da ENEGE, ele já está garantido, segundo informação verbal do estudante Danilo Lambari (UNESP), Presidente da Comissão Organizadora dos Estudantes do Congresso.

    Divulgação da ENEGE, através das seguintes estratégias: Serão distribuídas as 3 edições do jornal, juntamente com a carta-doação; Ocorrerá exposição de pôsteres no estande falando sobre a história da ENEGE, o Projeto de Pesquisa já citado e a comparação das grades curriculares; Exposição de antigos kits de ENEGEO passados.

    Arrecadação de dinheiro

    Distribuição das cartas-doação, juntamente com os jornais;

    Confecção de uma caderneta da ENEGE para venda;

    Reedição de camisetas de ENEGEO antigos para venda, após a realização de uma enquete feita no site;

    A escala de trabalho no estande da ENEGE será montada mais próximo a realização do evento.

    Realização de uma mesa-redonda ou reunião da ENEGE, de preferência inclusa na Grande Área de Ensino e Educação em Geociências – Simpósio Temático de Ensino e Educação em Geociências.

    Pariticipação na modalidade Apresentação Oral do Projeto de Pesquisa da ENEGE “História da Geologia na Política Brasileira” na Grande Área de Ensino e Educação em Geociências – Simpósio Temático Filosofia e História das Geociências. Participação no Fórum de Cursos de Geologia, se este for realizado durante o Congresso.

    XXXIV ENEGEO

    Foi apresentado um documento em Power Point relacionado à Proposta para o XXXIV ENEGEO, enviado pela Comissão Organizadora da UFBA. Dentre os assuntos apresentados vale ressaltar os seguintes tópicos e, quando conveniente, as considerações feitas pelo CONEGE, em nome da ENEGE:

    Data do evento: 28 de julho a 4 de agosto de 2012;

    Local proposto: Pousada & Camping Paraíso Perdido, Praia do Garcez, Jaguaripe, BA. Fica a 240 km a sul de Salvador.

    O CONEGE propõe que haja, por segurança, a avaliação de uma segunda opção de local. Também chama-se a atenção para a falta de estrutura em relação a agências bancárias e caixas eletrônicos, que deve ser bem exposta para todos que desejarem participar se programem adequadamente;

    Ressalta-se que a Comissão Organizadora do ENEGEO deve prestar contas à ENEGE das suas decisões e também que saiba que pode e deve contar com a mesma para resolução de problemas ou dúvidas que por ventura encontrem relacionadas à logística. A ENEGE é o órgão máximo na representação dos estudantes de geologia, assim como a Assembléia Geral, realizada no ENEGEO, é a instância máxima de deliberação da Executiva Nacional dos Estudantes, tendo o maior número de representantes presentes.

    DELIBERAÇÕES

    i) Regularização da ENEGE até fim de janeiro;

    ii) Apresentação Oral sobre a ENEGE nas semanas de calouros, efetuada pelos Representantes Estudantes de cada escola;

    iii) Confecção do Jornal da ENEGE em caráter trimestral;

    iv) Revitalização do site da ENEGE com método de rodízio de escolas controlando seu conteúdo;

    v) Confecção de cartas-doação para arrecadação de doação espontânea de ex-alunos de Geologia para a ENEGE;

    vi) Confecção de cartas com recomendações para os cursos cujos alunos apresentaram reclamações;

    vii) Confecção da tabela comparativa entre as grades curriculares dos cursos de Geologia;

    viii) Elaboração de metas para participação no XXVI Congresso Brasileiro de Geologia, com estande e inscrição de mesa-redonda/reunião e apresentação oral.

  • Vem aí...ENEGEO 2010

    ENEGEO, amigo... haja coração...

    Quando: 02 a 08 de Agosto de 2010

    Onde: Fortaleza - CE
    Site oficial: http://sites.google.com/site/enegeo2010/

    Sobre a ENEGE

    A Executiva Nacional dos Estudantes de Geologia, a ENEGE, é formada por estudantes de Geologia do Brasil, e tem como objetivo a divulgação da Geologia à toda sociedade, assim como discutir assuntos relacionados ao ensino da mesma no país. A criação deste site visa à ampliação do número de estudantes, que possam consolidar uma maior discussão dos assuntos de nosso interesse, bem como uma maior divulgação dos assuntos tratados nas reuniões para todos.

    Mas a ENEGE não vive só de luta! Vivemos de grandes confraternizações e discussões produtivas para uma luta por uma sociedade mais justa, não esquecendo que a ENEGE faz o ENEGEO e o ENEGEO não acaba nunca!